sexta-feira, 9 de abril de 2010

Para ti

Pudesse eu ser uma cidade inteira, abarcar nos meus braços a sua luz e com ela adormecer-te nas tuas memórias tristes. Deixar-te assim, livre para chorar, livre para partir, livre para ficar. Soubesse eu ensinar-te a contar as estrelas, mostrar-te aquela que brilha sempre, só para ti, onde se guarda voz, o sorriso e o abraço da alma de quem te fizeste gente. Mas sou pequena...

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